Constelação Financeira Integrativa

Você trabalha, o dinheiro entra… mas sua vida financeira parece sempre voltar para o mesmo lugar?

Você tenta se organizar, faz planos, corta gastos e busca ganhar mais. Por algum tempo, parece que agora será diferente. Mas o dinheiro vai embora, uma nova dívida aparece ou alguma decisão faz você retornar ao mesmo ponto.

Quando a mesma história financeira continua acontecendo, pode existir algo além dos números mantendo esse padrão ativo.

A Constelação Financeira Integrativa investiga os aspectos emocionais e familiares que podem estar relacionados a essas repetições.

Quero entender por que continuo repetindo esse padrão→

Atendimento individual • 100% on-line • Brasil e exterior

Rodrigo Carvalho, terapeuta e constelador familiar
Atendimento100% on-line

Talvez você reconheça este ciclo

Você sabe que precisa fazer diferente, mas acaba voltando aos mesmos resultados.

01

O dinheiro entra, mas não permanece

Você consegue ganhar dinheiro, mas sempre aparece alguma coisa que consome aquilo que entrou. No final, fica a sensação de que trabalhou, recebeu e mesmo assim não conseguiu avançar.

02

As dívidas voltam

Você resolve uma situação financeira, reorganiza as contas e sente algum alívio. Depois de algum tempo, percebe que está novamente lidando com dívidas.

03

Você se organiza, mas não sustenta

Planilha, orçamento, corte de gastos e metas funcionam por algum tempo. O problema é que manter essa organização parece muito mais difícil do que começar.

04

Parece que você está sempre recomeçando

Quando finalmente começa a melhorar, alguma decisão, gasto ou situação faz sua vida financeira retornar ao ponto anterior.

Um acontecimento isolado pode ser apenas um acontecimento. Quando a mesma dinâmica continua aparecendo, existe um padrão que merece ser investigado.

O problema pode não ser falta de conhecimento

Você pode saber exatamente o que deveria fazer e ainda ter dificuldade para sustentar aquilo que sabe.

Provavelmente você sabe que precisa gastar menos do que ganha, organizar as contas, evitar determinadas decisões e criar alguma segurança financeira. Talvez já tenha feito isso algumas vezes.

O problema aparece quando os comportamentos retornam e você se pergunta: “Se eu sei que isso me prejudica, por que continuo fazendo?”

Informação financeira e comportamento financeiro não são a mesma coisa.

Saber racionalmente qual decisão seria melhor não significa que emoções, experiências anteriores, hábitos e respostas aprendidas deixaram de participar das suas escolhas.

Uma história que pode ajudar a entender

Nem tudo aquilo que aprendemos sobre dinheiro foi ensinado com palavras.

Imagine alguém que cresceu em uma casa onde dinheiro frequentemente aparecia acompanhado de preocupação. As conversas sobre contas terminavam em tensão, períodos de melhora eram seguidos por novas dificuldades e ganhar dinheiro parecia exigir esforço constante.

Essa pessoa cresce, estuda e aprende sobre orçamento, planejamento e reserva. Mas existe uma diferença entre aprender uma nova estratégia e modificar uma resposta construída ao longo de anos de experiências.

Diante de algumas situações, ela continua tomando decisões que contradizem aquilo que sabe. Depois olha para o resultado e pensa: “Eu sabia que não deveria fazer isso. Por que fiz outra vez?”

A pergunta deixa de ser somente “o que devo fazer com meu dinheiro?” e passa a incluir:“O que acontece comigo quando preciso fazer diferente?”

Jeito incompleto × jeito integrativo

Talvez você esteja tentando resolver corretamente apenas uma parte do problema.

Não existe nada de errado em fazer planejamento financeiro, estudar educação financeira ou compreender sua história familiar. O problema começa quando esperamos que uma única ferramenta resolva dimensões para as quais ela não foi criada.

01

PLANEJAMENTO FINANCEIRO — organiza

É necessário para organizar receitas, despesas, dívidas e objetivos. Mas uma planilha pode mostrar o que precisa mudar sem explicar por que alguns comportamentos dificultam a execução.

02

EDUCAÇÃO FINANCEIRA — ensina

Oferece conhecimento para administrar melhor o dinheiro. Porém, conhecer a decisão correta não significa conseguir mantê-la quando emoções, hábitos e experiências anteriores participam da escolha.

Então, qual é o caminho?

O financeiro precisa ser organizado. O padrão precisa ser compreendido. E, quando existe uma resposta emocional participando da repetição, ela também precisa ser trabalhada.

Quero entender o que pode estar mantendo meu padrão→

Por que trabalhar também o emocional?

Compreender uma escolha não significa automaticamente conseguir responder de outra maneira.

NEUROCIÊNCIA

Nosso comportamento não depende exclusivamente de decisões conscientes. Experiências repetidas participam da formação de aprendizagens, associações, hábitos e respostas que podem ser acionadas automaticamente em determinados contextos.

PERSPECTIVA SISTÊMICA

Antes de receber seu primeiro salário, você já observava como sua família lidava com trabalho, dinheiro, dívidas, perdas, segurança, ajuda, responsabilidade e períodos de escassez ou abundância.

Isso não significa que seus pais determinaram sua vida financeira, nem que toda dificuldade atual tenha origem familiar. Significa reconhecer que aprendemos também através das experiências e relações que fizeram parte da nossa formação.

A pergunta deixa de ser “de quem é a culpa?” e passa a ser: “O que dessa história ainda participa da maneira como respondo hoje?”

Como funciona

Compreender o padrão é uma parte. Trabalhar aquilo que continua sustentando a resposta é outra.

01

Compreender o padrão

Investigamos o que vem se repetindo na sua vida financeira, em quais circunstâncias acontece e quais comportamentos aparecem nesses momentos.

02

Investigar a história e a resposta emocional

Observamos experiências, relações, aprendizados e respostas emocionais que possam estar associados ao padrão identificado.

03

Trabalhar novas possibilidades de resposta

Integramos compreensão, trabalho emocional e perspectiva sistêmica para favorecer novas respostas diante dessas situações.

Uma mudança possível

Ela faturava bem. O problema era conseguir sair do mesmo ciclo.

“Eu vivia endividada mesmo com um faturamento alto. Parecia que o dinheiro entrava e saía em loop. O processo me mostrou de onde vinha esse ciclo. Hoje, a relação com dinheiro é outra.”

Fernanda Almeida41 anos • Empreendedora

Rodrigo Carvalho em seu ambiente de atendimento

Quem conduz o processo

Rodrigo Carvalho

Hipnoterapeuta • Psicanalista • Constelador Familiar
Criador do Método Raízes

Meu trabalho é investigar aquilo que existe entre o comportamento que uma pessoa deseja mudar e aquilo que continua fazendo com que ela repita determinados padrões.

Integro Psicanálise Integrativa e Sistêmica, Neurociência, PNL e recursos terapêuticos para compreender e trabalhar aspectos emocionais, comportamentais e relacionais.

Na Constelação Financeira Integrativa, a proposta não é culpar sua família nem atribuir todo problema financeiro ao emocional. É compreender sua história, investigar o que vem se repetindo e trabalhar os componentes emocionais relacionados ao padrão apresentado.

Conversar diretamente com Rodrigo→
CLAREZA E RESPONSABILIDADE

Trabalhar a relação emocional com o dinheiro não significa prometer enriquecimento.

O que o processo investiga

Aspectos emocionais, comportamentais e familiares que podem estar relacionados aos padrões financeiros apresentados.

O que ele não promete

Enriquecimento, retorno financeiro garantido, eliminação automática de dívidas ou resultados iguais para todas as pessoas.

O que continua necessário

Planejamento, educação financeira, decisões práticas, execução, responsabilidade e consideração das condições econômicas.

A proposta não é substituir essas dimensões. É trabalhar aquilo que elas, sozinhas, não foram desenvolvidas para trabalhar.

Perguntas frequentes

Antes de decidir, entenda o processo.

Constelação Financeira Integrativa é consultoria financeira?+

Não. O processo não recomenda investimentos, produtos financeiros ou estratégias de enriquecimento. O foco está nos aspectos emocionais, comportamentais e relacionais associados à questão apresentada.

Todo problema financeiro tem origem emocional ou familiar?+

Não. Dificuldades financeiras podem envolver renda, desemprego, juros, decisões inadequadas, falta de planejamento e condições econômicas. A investigação emocional ganha relevância especialmente quando comportamentos continuam se repetindo apesar das tentativas conscientes de mudança.

Isso substitui educação financeira?+

Não. Educação financeira e trabalho terapêutico cumprem funções diferentes. Uma ensina como administrar o dinheiro; a outra pode investigar fatores emocionais e comportamentais que interferem na aplicação daquilo que a pessoa já sabe.

Já fiz Constelação. Ainda faz sentido?+

Pode fazer. A Constelação pode trazer compreensão sobre determinadas dinâmicas. Neste processo, a investigação também considera os componentes emocionais associados ao padrão identificado.

Preciso acreditar em Constelação?+

Não é necessário chegar com uma crença pronta. O processo parte da questão apresentada, da sua história e dos comportamentos que você percebe em sua vida.

Minha família será apontada como culpada?+

Não. Compreender influência é diferente de atribuir culpa. A perspectiva sistêmica investiga relações e experiências que participaram da sua formação sem transformar a família em responsável por suas escolhas atuais.

Preciso conhecer toda a história da minha família?+

Não. Trabalhamos com as informações disponíveis e relevantes para a questão apresentada.

O atendimento é on-line?+

Sim. O atendimento é individual e realizado 100% on-line, em ambiente reservado.

Existe garantia de resultado financeiro?+

Não. O processo não pode garantir aumento de renda, enriquecimento ou eliminação de dívidas. O trabalho é direcionado aos aspectos emocionais, comportamentais e sistêmicos relacionados à questão apresentada.

R$

Seu próximo movimento

Se você já sabe o que deveria fazer com o dinheiro, a próxima pergunta é entender por que é tão difícil sustentar isso.

Você não precisa chegar à conversa sabendo se a causa é emocional, familiar ou comportamental. Essa investigação faz parte do processo. O primeiro passo é me contar o que está acontecendo.

Quero contar o que está acontecendo comigo→Você será direcionado ao WhatsApp para uma conversa inicial.
Falar com Rodrigo